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Kids pretos confessam plano golpista, fazem acordo com STF e Xandão obriga realização de curso sobre Democracia

Ministro Alexandre e Moraes

Data: 2 de fevereiro de 2026

O ministro Alexandre de Moraes resolveu dar uma lição de moral pedagógica em quem achava que a farda era licença para atropelar a vontade do povo. Dois oficiais de elite do Exército, os famosos kids pretos, acabam de fechar um trato para não verem o sol nascer quadrado.

O coronel Márcio Nunes de Resende Júnior e o tenente-coronel Ronald Ferreira de Araújo Júnior agora são obrigados a frequentar um curso sobre democracia e estado de direito.

O acordo de não persecução penal exige que os acusados confessem o crime. Eles reconheceram que havia sim uma intenção golpista por trás de toda aquela movimentação de 2022. Além de voltarem para os livros de história, a dupla terá que desembolsar R$ 20 mil em multas e prestar 340 horas de serviços comunitários.

Estão também proibidos de dar as caras nas redes sociais até que cumpram cada vírgula do combinado.

Para entender o tamanho da encrenca, basta olhar o que esses cavalheiros andaram aprontando. O coronel Márcio usou o salão de festas do próprio prédio para reunir a turma e redigir uma carta pressionando o comando do Exército a consumar o golpe. Já o tenente Ronald foi o braço direito de Jair Bolsonaro na elaboração daquela minuta que previa acabar com a democracia brasileira. Eles eram a tropa de elite, treinados para missões especiais, mas resolveram usar esse conhecimento para conspirar contra o próprio país que juraram defender.

A análise que fica é que o reconhecimento da culpa é um passo importante para desmontar a narrativa de que tudo não passou de uma manifestação pacífica. Ao aceitarem o curso sobre o golpe de estado, esses militares admitem que o plano era real e criminoso.

O recado de Moraes é claro. Quem tentou destruir as instituições agora vai ter que aprender no banco da escola o valor da liberdade que tentou roubar de todos nós. É uma punição que mexe com o brio de quem se achava acima da lei e agora precisa provar que entendeu o que significa viver em uma república séria.

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