Saiba o que pode acontecer com o Brasil se Trump classificar PCC e CV como terroristas
Data: 16 de março de 2026
O governo Trump está prestes a fazer algo que parece simples em teoria mas que na prática pode desmontar a soberania brasileira. A administração republicana planeja classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas segundo a legislação americana. Não é um gesto simbólico. É um ato administrativo que não precisa de autorização judicial e que pode ser aplicado extraterritorialmente, alcançando áreas fora do território dos EUA.
Essa classificação não afeta apenas as facções. Ela cria um efeito cascata que pode atingir a economia brasileira, as relações diplomáticas e, em última instância, abrir brechas legais para operações militares americanas em solo brasileiro. Entenda por que o governo Lula está tão preocupado.
Quando os EUA classificam algo como organização terrorista, as leis antiterrorismo americanas punem não apenas os criminosos mas também pessoas e instituições financeiras que possuam ou tenham conhecimento de fundos relacionados a essas organizações. O governo Lula vê um risco real aqui. Instituições financeiras brasileiras que eventualmente movimentaram recursos ligados às facções, mesmo sem comprovação de que sabiam a origem dos fundos, podem entrar na mira de sanções americanas. É como se o Brasil inteiro pudesse ser responsabilizado por transações que não controlou.
O cenário mais preocupante, porém, é o das intervenções militares. Se os EUA classificarem PCC e CV como terroristas, poderão tratar questões relacionadas ao Brasil como problemas de segurança nacional americana. Isso abre uma brecha legal para operações de militares americanos ou da CIA na fronteira ou dentro do território brasileiro. Não é ficção científica. É uma possibilidade real que a legislação americana permite.
O problema é que essas facções não estão mais apenas nas ruas do Rio ou de São Paulo. Segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública em parceria com a Abin, o PCC e o CV estão presentes em todos os estados brasileiros e exercem hegemonia em ao menos 13 deles. O PCC domina Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rondônia, Roraima, São Paulo e Piauí. O CV controla Acre, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Tocantins e Rio de Janeiro. As facções também expandiram para além das fronteiras: o CV negocia com ao menos oito países da América Latina enquanto o PCC tem presença em ao menos 16 nações.
Isso significa que uma designação de terrorismo pelos EUA não seria apenas um problema de segurança pública brasileira. Seria uma questão que poderia justificar intervenções americanas em praticamente todo o território nacional. O governo Lula está tentando evitar esse cenário, mas a bola está nos pés de Trump.





O problema brasileiro pertence ao Brasil. O Trump deve resolver os problemas dele.
Infelizmente, os políticos brasileiros, congresso nacional, senadores, governo federal, e outras ramificações políticas de Estados e municípios, não tão nem aí para a sociedade brasileira no desrespeito a segurança pública. Estamos sim, precisando de uma solução, venha de onde vinher. Inclusive a corrupção no país precisa acabar.
Que comentário estúpido e sem noção. Vc realmente está completamente fora de órbita.
Lamentável…
Se fosse o caso (e não é!) de precisarmos da ingerência de um país estrangeiro, melhor seria escolher um que não seja falido e comandado por um louco.