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Em vitória da diplomacia e Lula, EUA tiram Alexandre de Moraes da lista Magnitsky

Ministro Alexandre e Moraes

Data: 12 de dezembro de 2025

Sextou com S maiúsculo! Hoje o Trump deu mais um olé nos bolsonaristas e deixou o Eduardo Bolsonaro desnorteado. O governo americano decidiu retirar Alexandre de Moraes e a esposa dele da famosa lista de sanções da Lei Magnitsky. Sim, você ouviu certo, aquela mesma lista onde colocaram o ministro do STF em julho, alegando que ele estava perseguindo o coitadinho do Bolsonaro. Agora, depois que o ex-presidente foi condenado a mais de 27 anos de prisão por tentativa de golpe, os americanos mudaram completamente de tom e tiraram Moraes da lista negra.

Vou te explicar o que aconteceu aqui, porque a coisa é mais reveladora do que parece. A Lei Magnitsky é um instrumento que os Estados Unidos usam para sancionar estrangeiros que eles consideram violadores de direitos humanos ou envolvidos em corrupção. Quando colocaram Moraes na lista, todos os bens dele e da esposa nos EUA ficaram bloqueados, e nenhum cidadão americano podia fazer negócios com o ministro. Era como se os americanos estivessem dizendo que ele era um ditador perseguindo opositores políticos.

Só que agora, depois que ficou provado que Bolsonaro realmente tentou dar um golpe de Estado no Brasil, os americanos mudaram de opinião. Imagina assim: você acusa alguém de estar perseguindo um inocente, mas depois descobre que o “inocente” era na verdade um criminoso tentando derrubar a democracia. É exatamente isso que aconteceu aqui. A condenação de Bolsonaro em setembro mostrou para o mundo todo que Moraes não estava perseguindo ninguém, estava cumprindo a lei.

O que mais me chama atenção nessa história é o timing da decisão americana. Não é coincidência que tiraram Moraes da lista logo depois da condenação definitiva de Bolsonaro. Durante meses, setores do governo americano compraram o discurso bolsonarista de que havia perseguição política no Brasil, de que o STF estava agindo como ditadura. Mas quando a Justiça brasileira provou com fatos e provas que houve sim tentativa de golpe, a narrativa mudou completamente.

A retirada de Moraes da lista Magnitsky não é só uma correção diplomática. É o reconhecimento tardio de que o Brasil estava certo quando disse que enfrentava uma tentativa real de golpe de Estado. É a admissão implícita de que quem estava defendendo a democracia era o STF, não os golpistas que tentaram destruí-la. Porque quando você sanciona alguém por defender a lei e depois retira a sanção, está admitindo que errou feio na avaliação inicial.

Para a democracia brasileira, essa decisão americana representa uma vitória importante. Mostra que a verdade sempre vem à tona, mesmo quando demora. E principalmente, demonstra que o trabalho sério das instituições brasileiras, mesmo sob pressão internacional, acabou sendo reconhecido. Porque no final das contas, quem estava do lado certo da história era quem defendia a Constituição, não quem tentava rasgá-la.

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