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Traidores!  Flávio e Eduardo Bolsonaro pressionam EUA para intervir no Brasil

Eduardo e Flávio Bolsonaro

Data: 28 de março de 2026

Flávio e Eduardo Bolsonaro conseguiram o que queriam nos corredores de Washington. Depois de pressionar os americanos, os Estados Unidos agora estudam rotular o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. O jornal The New York Times revelou como essa articulação familiar abriu as portas do Departamento de Estado para uma agenda que deveria ser exclusivamente brasileira.

Saiba o que pode acontecer com o Brasil se Trump classificar PCC e CV como terroristas

Aqui está o problema que ninguém quer nomear: quando políticos brasileiros vão a Washington pedir que os americanos classifiquem facções nacionais como terroristas, eles não estão combatendo crime. Estão entregando a soberania do país nas mãos de quem não tem interesse em resolver nossos problemas, apenas em expandir sua influência geopolítica.

Sim, PCC e CV são facções criminosas que causam destruição. Mas a solução para isso não vem de Washington. Vem de políticas públicas brasileiras, de investimento em segurança, de inteligência nacional e de vontade política de quem realmente governa aqui. Quando você deixa que estrangeiros decidam quem é terrorista no seu país, você abdica do direito de governar.

Flávio e Eduardo não estão sendo patriotas. Estão sendo intermediários de uma potência estrangeira que quer ditar como o Brasil deve lidar com seus próprios problemas. A reportagem mostra que essa pressão veio de encontros estratégicos, conectando o lobby familiar a uma agenda que beneficia Washington, não o Brasil.

Quando os EUA classificam uma organização como terrorista, eles ganham poder para congelar bens, cortar financiamentos e até intervir militarmente. Isso significa que decisões sobre segurança interna brasileira passam a ser tomadas por burocratas americanos. Significa que o Brasil perde autonomia sobre como combate suas próprias facções. Significa que a soberania nacional vira moeda de troca em negociações familiares.

A pergunta que fica é incômoda: será que Flávio e Eduardo estão pensando no Brasil ou apenas em como essa articulação com Washington pode fortalecer suas próprias ambições políticas? Porque quando você vende a soberania do país, você não está combatendo crime. Você está cometendo traição.

Leia o texto do New York Times aqui.

9 comentários para “Traidores!  Flávio e Eduardo Bolsonaro pressionam EUA para intervir no Brasil”

  1. A família bolsonaro e seus seguidores, são os verdadeiros destruidores da pátria, não estão nem aí para o povo ou país, só querem se dar bem, sao lacaios, lambe botas dos norte americanos.

  2. A princípio, que os EUA não vão resolver o problema pq tbm não vc tem capacidade, porque não conseguem impedir nem a entrada de cocaína e heróina no próximo país.
    Em segundo, porque um país vai intervir sobre outro, só porque dois cidadãos comuns façam o pedido.
    Terceiro, como um candidato a presidência pode conseguir convencer os brasileiros entregar seu próprio país?

  3. Estes dois num país decente, poderiam ser presos e até condenados a morte por traição a pátria.
    No Brasil, nem presos vão.

  4. A informação está aí, e agora o quê o governo brasileiro vai fazer com ela? Porque isso é traição à Pátria, vai ficar só como informação registrada ou vai haver punição aos traidores?

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