PF retira credenciais de agente dos EUA no Brasil por “reciprocidade”
Data: 22 de abril de 2026
A tensão entre Brasil e Estados Unidos escalou nesta segunda-feira quando o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, anunciou a retirada das credenciais diplomáticas de um agente de imigração americano que atuava na sede da PF em Brasília. A medida é uma resposta direta à expulsão do delegado brasileiro Marcelo Ivo de Carvalho dos Estados Unidos, ordenada pelo governo Trump no dia 20 de abril.
Segundo Rodrigues, em entrevista ao Estúdio i da GloboNews, o policial americano perde acesso à unidade onde trabalhava e aos bancos de dados compartilhados nas operações conjuntas entre as duas polícias. O diretor da PF deixou claro que a ação segue o princípio da reciprocidade diplomática, aquele velho jogo de xadrez internacional onde um país responde na mesma moeda quando se sente desrespeitado.
O que desencadeou essa queda de braço? Tudo começou com Alexandre Ramagem. O ex-deputado federal condenado a 16 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado conseguiu sair do Brasil clandestinamente em setembro de 2025 pela fronteira com a Guiana. Preso nos EUA em 13 de abril por questões migratórias, foi liberado três dias depois e agora aguarda em liberdade a conclusão de seu pedido de asilo americano.
O governo Trump acusa Marcelo Ivo de tentar “contornar pedidos formais de extradição” e promover “perseguições políticas” no território americano. A acusação é grave, mas carece de detalhes. O delegado brasileiro, que atuava como oficial de ligação junto ao Serviço de Imigração e Controle de Aduanas (ICE) desde março de 2023, estava cumprindo exatamente o que sua missão determinava: colaborar na identificação e prisão de foragidos da Justiça brasileira nos Estados Unidos.
Andrei Rodrigues negou que o delegado tenha sido expulso, preferindo chamar de “ordem para deixar o país”. Semântica à parte, o resultado é o mesmo. O presidente Lula, em viagem à Europa, já havia sinalizado que usaria reciprocidade contra um americano no Brasil caso houvesse “abuso” americano. Pois bem, a reciprocidade chegou.
O Itamaraty convocou a encarregada de Negócios interina da Embaixada dos Estados Unidos em Brasília, Kimberly Kelly, para explicações. O encontro durou cerca de uma hora, com Christiano Figueiroa, diretor do Departamento de América do Norte do Ministério das Relações Exteriores, presente na reunião.
Rodrigues deixou claro que não pretende expulsar o agente americano do Brasil, apenas retirou suas credenciais. Uma distinção importante que mantém a porta aberta para negociações futuras. Mas enquanto o Itamaraty não formalize alguma resposta da contraparte americana, a situação segue congelada.





Bando de folgados esses americanos e seu líder pisicopata Trump
Parabéns PF
O Brasil tem que fazer o procedimento completo, solicitar que o agente deixe o país.
No futuro quando trump deixar a presidência voltamos a negociar os novos termos para permanência de un agente americano no Brasil.
O Ramagem tem que ser extraditado.
Não haverá espiões aqui no Brasil durante a campanha e a eleição, até este o governo nazifacista dos EUA deixar o poder.
O Brasil tem que fazer o procedimento completo, solicitar que o agente deixe o país.
No futuro quando trump deixar a presidência voltamos a negociar os novos termos para permanência de un agente americano no Brasil.
O Ramagem tem que ser extraditado.
Não haverá espiões aqui no Brasil durante a campanha e a eleição, até este o governo nazifacista dos EUA deixar o poder.
Eu acho que devia já ter expulso e não somente suspender suas “credenciais!!! Bah
O Brasil tem quê responder da mesma forma com a mesma moeda.
Esse tal de Trump é muito folgado em querer tudo do jeito dele.
Temos que dá um chega pra lá nesse Trump