Quaest: Lula vence em todos os cenários
Data: 14 de janeiro de 2026
Saiu a primeira Quaest do ano, fresquinha, e o que a gente vê é aquele desenho que os apressados de plantão tentam ignorar mas os números não deixam mentir porque o presidente Lula segue firme e forte na liderança de todos os cenários de segundo turno. É impressionante como a memória do trabalhador é mais resiliente do que o pessoal da Faria Lima gostaria que fosse já que o petista mantém uma dianteira que chega a vinte pontos dependendo de quem o outro lado resolve colocar na vitrine para tentar a sorte.
A Genial Investimentos botou o bloco na rua para ouvir duas mil pessoas e o resultado mostra que o projeto de reconstrução do país ainda tem um lastro popular muito sólido. No embate contra o governador de São Paulo, o Tarcísio de Freitas, a coisa está mais próxima com 44% para o Lula contra 39% do homem do Republicanos. Tem uma oscilação aí que o pessoal da oposição vai usar para fazer festa mas a verdade nua e crua é que o atual governo continua sendo o porto seguro da maioria da população contra as aventuras que a gente bem sabe como terminam.
Agora, o que chama a atenção mesmo e mostra como o cenário é dinâmico é o movimento do Flávio Bolsonaro que deu um salto de dois pontos e agora aparece com 38% contra 45% do Lula. É aquele fenômeno de família que a gente conhece bem onde o herdeiro político tenta herdar o espólio do pai enquanto o Ratinho Júnior também aparece no retrovisor com a mesma distância de sete pontos.
O que esse bando de dados desconectados nos diz quando a gente olha para o conjunto da obra é que existe uma direita tentando se encontrar entre o perfil técnico de fachada e o radicalismo de sempre enquanto o governo federal segura a onda com a economia e as políticas sociais que o povo não esquece.
Esses números da Quaest divulgados nesta quarta-feira são o primeiro capítulo de uma novela longa porque a gente sabe que essas candidaturas só viram realidade lá para agosto depois das convenções partidárias. Mas o bastidor ferve desde já com a extrema-direita tentando costurar uma unidade que parece sempre esbarrar no ego de seus líderes e na margem de erro que no fim das contas acaba sendo o refúgio dos pessimistas.
O fato concreto é que o Brasil respira um pouco melhor mas a vigilância precisa ser total porque quem aposta no ‘quanto pior, melhor’ continua operando nas sombras para tentar diminuir essa vantagem que hoje garante a ordem democrática.




