Governo Zema cortou 95% da verba de combate a desastres em Minas Gerais
Data: 25 de fevereiro de 2026
O governo de Romeu Zema reduziu os investimentos em infraestrutura de combate às chuvas de R$ 135 milhões em 2023 para apenas R$ 6 milhões em 2025, segundo dados do Portal de Transparência do Estado revelados pelo jornal O Globo. Enquanto isso, a Zona da Mata mineira enfrenta uma das piores tragédias climáticas dos últimos anos, com pelo menos 36 mortos e 38 desaparecidos desde segunda-feira.
A queda foi progressiva e preocupante. Em 2024, o valor já havia caído para R$ 41,1 milhões. Neste ano, até dois meses atrás, a administração estadual havia destinado apenas R$ 16.100 para a infraestrutura de prevenção de temporais. Estamos falando de uma redução de 95% em dois anos em um estado que historicamente sofre com eventos meteorológicos extremos.
Juiz de Fora virou o epicentro da tragédia. A cidade registrava 30 óbitos e 31 desaparecidos na noite de terça-feira, com casas desmoronando, ruas completamente alagadas e cenas de desespero que se repetiram ao longo do dia. A prefeita Margarida Salomão decretou estado de calamidade pública ainda na madrugada, reconhecido pelo governo federal. Ubá, a 111 quilômetros de distância, também sofreu com seis mortes e dois desaparecidos, enquanto Matias Barbosa também acionou a mesma medida.
Depois que a água desceu, o vice-governador Mateus Simões anunciou R$ 38 milhões para Juiz de Fora e R$ 8 milhões para Ubá. Zema informou que equipes do CREA serão deslocadas para mapear áreas de risco. O presidente Lula se solidarizou com a população e acionou a Força Nacional do SUS, com a Defesa Civil Nacional em alerta máximo. A Defesa Civil determinou a evacuação completa de 24 ruas em quatro bairros de Juiz de Fora, com estimativa de retirada de cerca de 600 famílias.
A ironia é que o dinheiro agora destinado para resposta emergencial poderia ter sido investido em prevenção. Quando você reduz 95% do orçamento de prevenção, não está economizando, está apenas adiando o custo e multiplicando o sofrimento.





Zema não vale a casca de banana que come.
Esperamos que Minas reflita sobre os fatos gerados pela sua má administração e eleja um governador
Progressista.
Minas precisa se proteger contra os falastrões da extrema direita e do centrão.
Esse governador é uma vergonha mineira, infelizmente tem gente que vota em político deste naipe.
Engraçado é que mesmo contando gasto ele aumento da dívida pública de 114,7 bilhões para 201,9 bilhões.