Quatro jovens são procurados por estupro coletivo de adolescente em Copacabana
Data: 2 de março de 2026
Fonte: Folhapress
A polícia do Rio de Janeiro procura quatro jovens suspeitos de estuprar uma adolescente de 17 anos em um apartamento em Copacabana na noite de 31 de janeiro. O crime envolveu um ex-namorado da vítima, que a atraiu ao imóvel, e quatro outros homens maiores de idade que entraram no quarto durante um encontro consensual e a atacaram. Dois dos suspeitos estudavam no Colégio Pedro 2º, unidade Humaitá, e foram desligados da instituição após a notificação do caso.
Bruno Felipe dos Santos Allegretti e Vitor Hugo Oliveira Simonin, ambos de 18 anos, João Gabriel Bertho Xavier e Matheus Veríssimo Zoel Martins, de 19, tiveram mandados de prisão preventiva expedidos pela Justiça na sexta (27). Um quinto suspeito, menor de idade, também está sendo procurado e foi responsabilizado por crime análogo a estupro por outra delegacia. Nenhum deles foi encontrado durante operação realizada no sábado denominada “Não é Não”.
Segundo o depoimento da adolescente à polícia, ela chegou ao apartamento e foi levada para um quarto onde mantinha relação sexual consensual com o ex-namorado. Durante o ato, os outros jovens entraram no quarto, tiraram a roupa e começaram a tocá-la e beijá-la à força. Ela afirma que foi obrigada a fazer sexo oral, tentou sair do quarto mas foi impedida, sofreu penetração dos quatro e foi agredida com socos, tapas e chutes ao resistir. O exame de corpo de delito identificou lesões relacionadas à violência física, incluindo ferimentos na área genital, sangue no canal vaginal e hematomas nas costas e glúteos.
Segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro, o crime foi premeditado e a jovem foi atraída para uma emboscada. A Justiça decretou a prisão preventiva dos quatro maiores de idade e a polícia divulgou o cartaz com a foto dos quatro procurados.
O que diz a defesa
A defesa de João Gabriel Xavier Bertho nega as acusações. O advogado Rafael De Piro argumenta que duas decisões judiciais anteriores já haviam negado o pedido de prisão preventiva e que seu cliente, descrito como estudante e atleta profissional sem histórico de violência, não teve oportunidade de ser ouvido pela polícia. Ele cita mensagens de texto trocadas entre a adolescente e seu amigo antes do crime, onde ela teria mencionado a presença de outros rapazes na casa. A defesa contesta a interpretação dos fatos, mas a reportagem da Folha de São Paulo não localizou as defesas dos outros réus.
Câmeras de segurança do prédio registraram a chegada dos jovens ao apartamento e sua saída uma hora depois. Após o crime, a adolescente procurou o irmão e a avó, e ambos foram até a 12ª DP em Copacabana para registrar ocorrência. Ao sair do apartamento, um dos jovens pediu à vítima que levasse uma amiga da próxima vez.
O Colégio Pedro 2º divulgou nota repudiando a violência e informando que desligou os alunos envolvidos. A instituição afirmou ter acolhido a família da vítima e estar seguindo procedimentos sob orientação da procuradoria federal para o desligamento dos estudantes.





Pior é saber q nada vai acontecer a esses monstros, escrotos! Cansada de ver as mulheres humilhadas e desrespeitadas por esses nojentos🤮🤮
Eu sinceramente espero que todos sejam julgados e presos.
Um já se entregou. Agora, será efeito cascata.
Meu desejo é que esses quatro monstros nojentos sejam encontrados e que a justiça seja feita.
Desejo tbm, força e reestruturação mental, psicológica e emocional para essa jovem, que foi humilhada, desrespeitada e violentada.
Como é qdo foi que a sociedade gerou tanto desprezo pelo feminino? Tenho 60 anos e qdo era jovenzinha, apesar do feminismo ser um movimento iniciante, éramos mais respeitadas…