Alcolumbre faz birra e aprova bomba de R$ 103 bilhões para sabotar Lula
Data: 25 de novembro de 2025
A política brasileira mostrou mais uma vez sua face mais mesquinha nesta terça-feira. Davi Alcolumbre, presidente do Senado, decidiu fazer uma birra monumental porque Lula não nomeou seu afilhado político Rodrigo Pacheco para o Supremo Tribunal Federal. O resultado? Uma bomba fiscal de R$ 103 bilhões que vai explodir bem no colo dos prefeitos e das contas públicas.
A aprovação foi unânime. Nem mesmo o PT teve coragem de se posicionar contra o projeto. Afinal, quem vai ter coragem de votar contra agentes de saúde em ano pré-eleitoral?
A história é simples e reveladora. Alcolumbre esperava que Lula nomeasse Rodrigo Pacheco para a vaga no STF. Era uma troca de favores clássica: o apoio do Senado em troca de uma cadeira na Suprema Corte. Mas Lula optou por Jorge Messias, advogado-geral da União e homem de sua confiança.
A reação de Alcolumbre foi imediata e calculada. Tirou da gaveta um projeto que estava dormindo há tempos e o colocou em votação relâmpago. O recado foi claro: “Se não vai ser do meu jeito, então vamos complicar sua vida, presidente.”
A conta que ninguém quer pagar
O projeto aprovado facilita a aposentadoria de agentes de saúde e de combate a endemias, além de aumentar o valor dos benefícios. Na teoria, é uma medida justa para uma categoria que trabalha duro. Na prática, é uma bomba-relógio fiscal que vai estourar nas mãos dos municípios.
Os R$ 103 bilhões de impacto, segundo a Confederação Nacional dos Municípios, vão direto para a conta dos prefeitos. E adivinha quem não apresentou nenhuma compensação financeira? Isso mesmo, o Senado. Aprovaram a despesa e mandaram a conta para os outros pagarem.
O cinismo do discurso
Alcolumbre, claro, nega que seja uma retaliação. Em seu discurso, tentou se pintar como defensor dos agentes de saúde, falando em “reconhecimento pelos serviços prestados”. Mas qualquer pessoa minimamente atenta percebe a farsa.
Sabatina agendada
Enquanto isso, Jorge Messias se prepara para sua sabatina no dia 10 de dezembro. Vai precisar de muito jogo de cintura para convencer senadores que acabaram de mostrar que estão dispostos a explodir as contas públicas por birra política.
A aprovação dessa bomba fiscal é um recado claro: o Congresso ainda funciona na base do toma lá, dá cá. Não importa se o país vai quebrar, se os municípios vão à falência ou se a população vai pagar a conta. O que importa é o ego ferido de um político que não conseguiu emplacar seu candidato.





São todos iguais… Só trabalham em benefício próprio. O povo é só massa de manobra. Somos todos “gado”. Por mais que a gente análise, pesquise, acredite que está votando certo acaba dando na mesma coisa.
Adoro você.
Abraço
Ô Izabel! Obrigado pelo carinho.